Supervisão clínica é um espaço para interrogar a prática, sustentar a escuta e elaborar os impasses que atravessam a clínica.

Possibilidades que podemos trabalhar na sua supervisão

Direcionamento de estudos teóricos

Orientação dos estudos a partir das questões que surgem na clínica, articulando teoria, conceitos e prática.

Estudo de caso

Espaço para apresentar e interrogar casos clínicos, trabalhando os impasses, as intervenções e a posição do analista.

Sustentação da clínica

Acompanhamento das questões que atravessam a prática clínica, contribuindo para sustentar uma escuta ética e uma posição analítica.

Porque fazer supervisão

A formação de um psicanalista não se encerra nos livros e nos cursos, ela se constrói no ato clínico, na escuta e, sobretudo, na supervisão. É a partir dessa compreensão que ofereço supervisão clínica para psicanalistas em formação e profissionais já atuantes, que sigam a orientação freudiana ou freud-lacaniana, com ênfase na ética e na sustentação do tripé psicanalítico: análise pessoal, teoria e supervisão. A supervisão é o espaço onde teoria e clínica se encontram.

É onde podemos trabalhar casos, elaborar impasses e interrogar a escuta e as intervenções realizadas na clínica. Não se trata de “corrigir” condutas, mas de sustentar o exercício ético da prática psicanalítica, considerando a transferência, o inconsciente e a posição do analista.

Entendo a supervisão como parte fundamental de uma formação contínua. É um espaço para colocar a própria prática em questão, sustentar o rigor teórico e construir, diante de cada caso, uma escuta que respeite a singularidade do sujeito.

Os encontros são individuais e online, para profissionais de diferentes regiões do país na orientação freudiana ou Freud-lacaniana

Perguntas Frequentes

A supervisão é voltada para psicanalistas em formação e profissionais já atuantes, especialmente aqueles que trabalham a partir da orientação freudiana ou freud-lacaniana.

A supervisão é um espaço para interrogar a condução dos casos, as intervenções realizadas, as questões que surgem na escuta e os impasses encontrados na clínica, sempre articulando a experiência clínica à teoria e à ética da psicanálise.

Não. A supervisão não oferece uma receita para a condução do caso. O objetivo é sustentar um espaço de trabalho no qual o analista possa interrogar sua própria posição e suas intervenções diante do caso.

É recomendável que a supervisão parta de um caso clínico ou de uma questão concreta da prática. A partir dela, podemos trabalhar os elementos que sustentam a condução do caso e os impasses que aparecem na clínica.

Não. Pode ser realizada tanto por profissionais em formação quanto por analistas que já atuam clinicamente. A supervisão pode acompanhar diferentes momentos da prática e da formação.

A supervisão integra o tripé da formação psicanalítica, junto à análise pessoal e ao estudo teórico. Ela possibilita ao analista colocar sua prática em questão e sustentar uma posição ética diante da clínica.

Não. Embora a teoria esteja presente e possa ser convocada durante o trabalho, a supervisão parte da clínica e das questões que ela produz. O objetivo não é simplesmente transmitir conceitos, mas trabalhar a posição do analista diante do caso.